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London GroovesUma autêntica antologia de Ritmos Rock de Bateria para SampleTank 3, com mais de 70 instrumentos de loop e 1500 wavs.

iRig Stomp I/OPedaleira controladora / interface de áudio USB para iOS, Mac, PC

iLoud Micro Monitor White Special EditionUltra-compact, high quality reference studio monitors

iLoud Micro MonitorMonitores de referência para estúdio ultra-compactos de alta qualidade

Syntronik DeluxeA Lendária Casa de Força da Síntese Expandida

Leslie CollectionA coleção oficial Leslie® para AmpliTube e T-RackS. Inclui AmpliTube Leslie e T-RackS Leslie.

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Total Studio 2 MAXA mais avançada coleção de software com 94 instrumentos virtuais e efeitos

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Syntronik for iPhone/iPadA Lendária Casa de Força da Síntese para iPhone e iPad

MODO BASSO primeiro instrumento virtual de baixo elétrico modelado fisicamente

iRig Keys I/O 25Teclado controlador com interface de áudio e 25 teclas grandes para iOS, Mac/PC

iRig Keys I/O 49Teclado controlador com interface de áudio e 49 teclas grandes para iOS, Mac/PC

iRig Mic HD 2Microfone condensador digital de mão para iPhone, iPad e Mac/PC

SyntronikA Lendária Casa de Força da Síntese

T-RackS 5Workstation de mixagem e masterização com 9 modelos de processadores de áudio

iRig Pre HDInterface digital de microfone iRig Pre HD com pré-amp Classe A para iOS, Mac e PC

T-RackS 5 DeluxeWorkstation de mixagem e masterização com 22 modelos de processadores de áudio

T-RackS 5 MAXWorkstation de mixagem e masterização com 38 modelos de processadores de áudio

T-RackS Custom ShopPlug-ins de categoria internacional para mixagem e masterização

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Dyna-MuCompressor Valvulado Vari-Mu

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Ampeg SVX 2Amplificadores Ampeg® icônicos das séries Classic e Heritage

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iRig Acoustic StageSistema de microfone digital avançado para violão acústico

Fender Collection 2The iconic collection of Fender® amps from the '57 Custom Series, '53 Bassman and '65 Super Reverb
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Entrevista com o engenheiro e produtor vencedor do Grammy®

23 February 2018

Dave Way é um produtor e engenheiro que venceu o Grammy por quatro vezes e que conta com dezenas de discos de ouro e platina, hits número 1 e Top 20. Ele trabalhou com uma série de estilos e diversos artistas tais como Fiona Apple, Pink, Sheryl Crow, Gwen Stefani, Foo Fighters, Michael Jackson, Prince, Stevie Wonder, Paul McCartney, Jane’s Addiction, Destiny’s Child, Babyface, Boyz II Men, Eric Clapton, Alice Cooper e muitos outros.

Nós conversamos com Dave Way sobre suas técnicas de gravação e mixagem em estúdio através dos anos com consoles de mixagem em hardware e equipamentos outboard assim como com emulações poderosas em software de EQs, compressores e outros equipamentos populares dentro do T-RackS 5 da IK Multimedia nos dias de hoje. Dave gosta tanto do T-RackS que juntou 40 novos presets para T-RackS 5 que oferecem cadeias de processamento e ajustes que são um ótimo ponto de partida para vocais, baterias e diversos instrumentos. Usuários do T-RackS 5 podem baixar estes “Presets de Engenheiro” de Dave Way assim como presets de outros engenheiros lendários como Tom Lord-Alge, Nick Davis e mais GRATUITAMENTE em sua Área de Usuário IK. Para tornar isto ainda mais divertido e educacional tanto para iniciantes quanto profissionais, disponibilizamos descrições por preset com sugestões de uso e os entrevistei para perguntar como trabalham no estúdio com alguns dos maiores artistas do mundo. – Dave Kerzner

Olá Dave, obrigado por falar conosco hoje. Você trabalhou com tantos artistas em estúdio e produziu e mixou incontáveis álbuns e hits. Nossos leitores gostariam de saber como você trabalha e o que você usa em estúdio. Vamos começar perguntando o que você faria normalmente para processar um lead vocal numa mixagem.

Dave Way: Bem, basicamente para todos os vocais começo filtrando alguns graves antes de enviar a qualquer compressor, que seria o próximo passo. Então, honestamente filtro o máximo que posso. Às vezes você ficaria surpreso onde isso termina especialmente em sons mais rock. Às vezes você pode estar filtrando até 200 hertz. Mas geralmente eu filtro um pouco do material subgrave talvez até 70 hertz mais ou menos. Para compressão, geralmente o primeiro hardware que uso é o 1176. Em software, o T-RackS Black 76 é uma ótima emulação para isso.

O que você usaria como filtro high pass normalmente?

Pode ser qualquer coisa. É apenas algo mais de uso genérico. Às vezes uso apenas aquele do Pro Tools ou se estou usando o British Channel da T-RackS como filtro passa alta é legal porque emula as séries E e G dos consoles SSL que tenho usado por tantos anos. Para esta aplicação gosto de qualquer filtro que possa fazê-lo de fato com corte bem afiado.

Então você estava falando sobre compressão?

Sim, para compressão em hardware normalmente usuaria um blue stripe ou black 1176. Em software, o Black 76 da T-RackS é o que resolve. Usualmente faço um ajuste de ataque de médio para rápido e uma razão de 4 pra 1 e um release rápido. Dependendo do quanto está acontecendo usualmente se é um material muito denso preciso que o vocal corte através do mix e então bato pesado sabe, como 7, 8 às vezes 10 dB de compressão. E então a partir daí dependende do cantor, se há problema se sibilância provavelmente coloco de-esser e às vezes se é em apenas alguns lugares vou lá e faço uma automação com o lápis jogando pra baixo ou fazendo um fade na onda se é no começo de uma frase ou algo assim.

E sobre o EQ?

Sempre depende do estilo mas para músicas de rocks algo como o British Channel resolve. Eu cresci com consoles SSL então fico feliz de usar uma emulação de uma SSL em software em muitas aplicações.

Quais consoles SSL você usou em sua carreira como engenheiro/produtor?

Eu usei todos eles e costumava ter um 6000 E aqui no Way Station, meu estúdio. Eu sempre preferi a série E quando disponível mas algumas vezes eu queria um pouco mais de claridade para o qual eu prefiro a série G. Particularmente nos vocais uso mais um canal G e é bom ter essa coisa da frequência multiplicada para obter aquela coisa realmente alta para um certo brilho mais eu também uso outros módulos como o EQP-1A para isso também. Eu recomendo que as pessoas experimentem com isso ao seu próprio gosto se estão usando meus presets. Vá para frente e para trás com o E e o G ou entre os British e White Channels para ver o que funciona melhor na música. Eu gosto de emulações de SSL para médios. Elas tem aquele crunch e a mordida.

Então que tipo de ajuste você usaria para um lead vocal em um EQ paramétrico como o que há no channel strip das séries E ou G?

Bem, na maior parte do tempo se trata de adicionar um pouco de agudo em shelving, a primeira coisa que faria é levantar um pouco o knob de agudo perto de 10K e algumas vezes iria um pouco mais abaixo ou mais acima nas frequências dependendo do que é necessário. Então usualmente onde passo algum tempo é encontrando a frequência média mágica que vai fazer a track assentar em seu próprio espaço. Pode ser em qualquer lugar de 1k a 5K, algum lugar ali e às vezes com largura de banda bem larga ou no meio. Então talvez filtrando mais graves mesmo tendo o filtro high pass fazendo isso. Eu gosto do compressor do channel strip da SSL nos vocais então o que há no British e no White Channel são ótimos para isso geralmente com ataque rápido. Mas se há um lance rock onde sujeira é bom vou usar isso. Mas, às vezes, tirar um pouco dos médios graves na seção de EQ perto de 300 ou 400 vai ajudar a trazer claridade sem ter que adicionar muito.

Você atenuaria os médios graves alguns dB?

Sim ou mais com a largura de banda mais aberta. A não ser que seja uma área com problema da gravação original com a qual você precisa lidar, mas geralmente um pouco de corte dos médios graves vai clarear bem as coisas.

Em casos onde você quer mais sujeira no vocal em uma track de rock você usaria ambos o compressor do British Channel e o Black 76 na mesma cadeia?

Claro, poderia fazer isso sim. Não tenho problema em fazer compressão dupla e geralmente nesse caso onde é algo onde quero um pouco de sujeira vai ser mais como um som de vocal comprimido e o 1176 é um som clássico de vocal de rock também então sim eu poderia usar ambos. Às vezes uso um ou outro. Tudo depende em como soa no contexto da música é claro. Como disse antes, para vocais eu gosto de usar um ataque rápido. Para o release quando começa a ficar um pouco inchado eu diminuo um pouco para aliviar isso.

Há mais alguma outra coisa que você usaria em uma cadeia de processamento vocal?

Sim, é basicamente isso. Obviamente sempre vai haver um pouco de delay e reverb depois disso. Eu normalmente tenho um tipo de slap e então muitas vezes indo para um plate reverb às vezes curto, às vezes longo ou às vezes um room reverb se estou fazendo algo mais justo. Mas isso é geralmente o canal de voz. Apesar de que algumas vezes uso um Neve ou uma emulação do EQ-73 do T-RackS se quero que seja algo mais suave, entende? A SSL é mais como um som duro mas se estou tentando manter no software ou sons quentes uso um EQ tipo 1073. Que mais eu usaria… bem, um plugin de saturação de fita como o Saturator X do T-RackS é legal. Eu uso isso em um vocal apenas pela vibe ou saturação e todos os diferentes tipos de distorção simplesmente misturando para harmônicos extras.

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